quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

“Nisto é glorificado Meu Pai” e “Para que produza mais fruto ainda”







“Nisto é glorificado Meu Pai” 


4. “Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão Meus discípulos” (Jo 15:8, NVI). Qual é o objetivo de produzirmos frutos?


Você já ouviu a declaração: “É possível fazer a coisa certa pelo motivo errado”? Se for verdade, é possível tentar permanecer em Jesus pelo motivo errado? Permanecer em Jesus não é um meio para se atingir um fim; ao contrário, é o fim em si. O resultado de permanecer nEle será que produzimos frutos, não para glorificar a nós mesmos mas para glorificar a Deus. Em outras palavras, o fruto do Espírito não é para fazer-nos parecer bons, mas para fazer o Pai parecer bom.



5. Qual era a principal motivação para os milagres no ministério de Cristo? 


Jo 11:4; - Estava enfermo Lázaro, de Betânia, da aldeia de Maria e de sua irmã Marta. ... Mandaram, pois, as irmãs de Lázaro dizer a Jesus: Senhor, está enfermo aquele a quem amas. Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado.


Jo. 12:28  -  Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei.


Talvez sua igreja esteja procurando meios de fazer na comunidade que as coisas melhorem a imagem da igreja. E isso é bom. Ao mesmo tempo, precisamos ser cuidadosos com os motivos e propósitos que nos movem. Qual é nosso maior objetivo nesses esforços? É para glorificar a nós mesmos ou para glorificar a Deus? Como podemos aprender a fazer distinção entre as duas coisas? De muitas formas, pode ser fácil misturá-las, encobrindo até as ações mais propensas à exaltação própria sob o falso 
manto de “glorificar” a Deus.








“Para que produza mais fruto ainda” (Jo 15:2)


6. “Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda” (Jo 15:2). De que trata esse processo de poda? Você já o experimentou em si mesmo? Quando esse processo específico terminou, que diferenças você experimentou em sua vida?


No fim de cada colheita, o agricultor volta ao vinhedo e poda a maior parte da videira. O agricultor deve ser cuidadoso, porém, porque a colheita do ano seguinte depende diretamente das partes que permanecem. A chave para a poda é o equilíbrio entre a colheita e videira. Uma cresce às custas da outra. Se você quiser uma colheita muito abundante, não podando o suficiente, o crescimento do ano seguinte será fraco, e o fruto, inferior. A arte da poda é encontrar o equilíbrio correto.


Deus leva os homens a situações difíceis, para ver se confiam em um poder fora e acima deles. Ele não vê como vê o homem. Muitas vezes, tem de romper ligações humanas e mudar a ordem que o homem delineou, e que, segundo seu modo de pensar é perfeita. O que o homem julga ser de seu interesse temporal pode divergir completamente da experiência que ele precisa ter, para ser seguidor de Cristo. Sua ideia acerca de seu valor pode estar muito longe da verdade.


“Encontram-se provas ao longo de todo o caminho da Terra ao Céu. É por causa disso que a estrada para o Céu é chamada de ‘caminho estreito’. O caráter tem de ser provado, do contrário, haveria muito cristão falso, que conservaria certa semelhança de religião, até que suas inclinações, seu desejo de fazer prevalecer a vontade própria, seu orgulho e ambição, fossem contrariados. Quando, pela permissão do Senhor, lhes sobrevêm provas agudas, a falta de religião genuína, da mansidão e humildade de Cristo, mostra que necessitam da atuação do Espírito Santo” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 266).


Você já teve uma provação que testou severamente sua fé, a ponto de você duvidar que tivesse fé? Reconsiderando, que lições você aprendeu dessa experiência? Mais importante ainda, você as aprendeu?






Extraído de http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2010/frlic112010.html



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